quinta-feira, 12 de setembro de 2013

PEQUENAS BÊNÇÃOS


APRENDENDO A VER DEUS NAS PEQUENAS BÊNÇÃOS                                            

(II Reis 5.1―14)

Às vezes só acreditamos que Deus está conosco quando vemos ou percebemos um grande milagre em nossas vidas, como por exemplo a cura de um câncer, a cura de uma cegueira; mas Deus também está presente nas pequenas coisas.
Quando Naamã foi diante do profeta Elizeu, ele achou que o profeta iria lhe dar uma porção mágica ou fizesse trejeitos que o curasse da lepra, mas não aconteceu assim, Deus mandou que o profeta anunciasse a Naamã uma coisa bem simples diante dos olhos de Naamã – “Vá ao Rio Jordão e mergulhe sete vezes.”


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Assim também somos nós, tal qual Naamã, só achamos que Deus está nos abençoando quando algo de grande acontece em nossas vias. Achamos que a nossa vida só está sendo ungida quando Deus nos abençoa com uma casa própria, uma carro zero quilômetro, uma conta recheada de dinheiro, cura de um câncer.
Ficamos ansiosos ou aflitos aguardando uma graça divina maior e nos esquecemos das pequenas bênçãos que Deus têm derramado sobre nós. 

PEQUENAS BÊNÇÃOS

Um homem trazia em seu coração um sonho – gostaria de possuir uma família – pois trazia a tristeza em seu interior de não ter tido uma família sólida e unida. Sua grande tristeza consistia no fato de que numa idade ainda tenra seus pais separam-se e desde então nunca mais conseguiu conviver em um lar amoroso e sólido.

Então, em seu coração, ansiava fervorosamente por um casamento onde ele poderia completar a sua família que quando criança nunca teve. Enquanto o sonho do casamento não acontecia ele orava e muitas vezes reclamava: “―Eu não aceito isso, Senhor! Não aceito ficar só. Muitos colegas meus já se casaram e eu continuo só”!

Assim esse homem ia tocando sua vida, achando que era um dos mais desgraçados da face da terra. Só que esse homem se esquecia de analisar as pequenas bênçãos que Deus  estava derramando sobre sua vida. Possuía um emprego para seu sustento, enquanto muitos em sua rua estavam desempregados; tinha uma boa saúde, enquanto muitas pessoas que ele conhecia vivia em uma cadeira de rodas ou entrevadas em uma cama. Conhecia um homem que, além de viver deitado em uma cama, não possuía o esôfago, não podendo comer e nem beber nenhum líquido.

Mesmo assim ele achava que era um desgraçado, que Deus não ouvia suas orações. Tirando algumas exceções, ele se achava um sofredor, pois orava a tanto tempo e o Senhor ainda não tinha respondido sua oração que era –  “Se casar e possuir uma família.”

Sua visão espiritual estava centrada somente na bênção maior a ser alcançada. Não conseguia enxergar as pequenas coisas que o Senhor fazia em sua vida e que de certa forma eram importantes para lhe fornecer o equilíbrio necessário em sua vida. Tinha saúde, emprego e mesmo seus pais estando separados, ele os visitava quando quisesse, pois possuía a bênção deles ainda estarem com vida. Também tinha perdido a visão da coisa mais preciosa que um cristão pode ter: - “A salvação em cristo Jesus.”   

REFLEXÃO ESPIRITUAL.

Às vezes, só achamos que Deus nos ouve quando ele realiza um grande milagre em nossa vida. Não paramos para refletir que o Senhor nos abençoa a cada dia, a cada hora, a cada minuto.

Como é o seu lar? Como está sua saúde? Você tem casa para morar? Tem seu emprego? Você passa fome?

Você tem olhos, enquanto existem muitas pessoas que dariam tudo para poder ver a luz do sol, as estrelas, a lua, saber como é o azul do céu ou simplesmente olhar o mar.

Eu conheci um rapaz de 28 anos que tentou o suicídio. Bebeu ácido muriático e teve o seu esôfago todo destruído. Não podia beber água e nem comer nada. Seu maior sonho era poder beber um copo d’água ou comer um prato de comida.
Também conheci um rapaz de 24 anos de idade, que ao sair com um amigo, sem saber o porquê, levou um tiro nas costas. Ficou paralisado da cintura para baixo. Sem poder se mover, suas pernas foram atrofiando. Seu maior sonho era simplesmente poder andar.

Também conheci um rapaz que viveu mais o menos uns 26 anos enfurnado num quarto e não saía de lá pra nada. Não gostava de receber visitas, mal conversava com sua mãe e seu pai.


PASTOR ROBERTO (14/09/13)

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